segunda-feira, 4 de abril de 2011

Cena do Frade O Orto do Esposo



...o Mordomo transformou-se no Demónio que...


Já enfurecido, tentou que os frades não o pudessem exorcizar. Depois de tantas tentativas falhadas, o homem rico arranjou, finalmente, uma solução. Ele achava que o ponto fraco do Diabo era o coração; assim, com espadas de aço e água benta, procurou mandá-lo embora de uma vez por todas. O Diabo desfez-se em cinzas pretas. Os frades,contentes, quiseram agradecer ao homem rico por lhes ter salvo a vida; pediram para ajudar as crianças mais pobres da aldeia com comida,abrigo e carinho. E assim, todas as crianças da aldeia puderam ser felizes e honestas.

segunda-feira, 28 de março de 2011

O Auto da Barca do Inferno VS. Doidos Por Mary (Joane vs.Ted)


1. Percurso cénico das personagens;


Fidalgo: Fala com o Diabo, fala com o Anjo da Barca da Glória e volta outra vez á Barca do Inferno onde é condenado


Onzeneiro: Fala com o Diabo, fala com o Anjo da Barca da Glória e volta para a Barca do Inferno onde é condenado


Sapateiro: Fala com 0 Diabo, fala com o Anjo da Barca da Glória e volta para a Barca do Inferno onde é condenado


2. Culpabilidade / inocência;

Fidalgo vai para o Inferno e tem culpa porque é arrogante com toda a gente, explorador dos mais fracos, tinha vaidade, importância, poder e preguiça.

Onzeneiro vai para o Inferno por roubar os outros e autocrítica-se pelos seus pecados. Parvo vai para o purgatório, porque tudo o que ele fazia ou dizia não era levado a mal e ninguém lhe dava importância, tratavam-no mal. O sapateiro vai para o Inferno por que roubava às outras pessoas levando mais caro do que os sapatos eram.


3. Objectos cénicos que carrega / não carrega consigo para o palco;

Fidalgo: Cadeira de Espaldas; Rabo (cauda do manto) e um Pajem (um criado);

Onzeneiro: Bolsão com dinheiro;

Sapateiro: Avental; Formas dos Sapatos;

Parvo: Não veio com nada


4. Destino das personagens;

Fidalgo: Inferno

Onzeneiro: Inferno

Parvo: Purgatório

Sapateiro: Inferno


5. Principais acusações a que é sujeito o Sapateiro:

ACUSAÇÕES DIABO

“E tu morreste escomungado”;

“Calaste dous mil enganos. Tu roubaste bem trint’anos o povo com teu mester”;

“Ouvir missa, então roubar é caminho per`aqui”;

“E os dinheiros mal levados, que foi da satisfação?”;


ACUSAÇÕES ANJO

"A cárrega t`embaraça";

"Essa barca que lá está leva quem rouba de praça";

"Se tu viveras dereito, elas foram cá escusadas";


6. A fala mais interessante da cena. Porquê.

Cena do Parvo com o Diabo. Porque ele sem querer insulta o Diabo e a sua mulher sem se aperceber do que está a fazer.


7. Passagens geradoras de cómico.

Todos são cómicos de linguagem.


8. Opinião pessoal acerca da cena.

Eu acho que essa cena é uma das que mais criticas tem tanto pelo Diabo como pelo Anjo . É uma das cenas que gostei de ler porque Tem linguagem que nunca se vê num livro de português.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Auto da Barca do Inferno Cena "O Parvo"


Depois do julgamento do Fidalgo e do Onzeneiro, eis que ao cais chega Joane, o Parvo. Agora que conheces a dinâmica do Auto da Barca do Inferno, procura adivinhar o que vai suceder nesta cena, referindo percurso cénico da personagem, os argumentos trocados com o Diabo e o Anjo e a sentença final.


Vem Joane, o Parvo, e diz:


PARVO: Oh! Quem és tu? Que fazes aqui?

DIABO: Eu? Ah! Vê-se logo que és parvo!

PARVO: Eu? Mas eu não sou parvo!

DIABO: És sim, por isso vais para a minha barca.

PARVO: Mas eu não quero ir ! Essa é muito escura.

DIABO: Eh! Mas tu portaste-te mal!

PARVO: Mas não foi por que quis! Obrigaram-me!

DIABO: Ah! E porque é que morreste?

PARVO: Eu? Estava a nadar no rio e esqueci-me que não sabia nadar e afoguei-me.

DIABO: Oh! O teu lugar não é aqui! Vai-te embora!


Chega o Parvo ao batel do Anjo e diz:


PARVO: Oh! Que bonita barca! E quem és tu? Para onde vai?

ANJO: Eu sou o Anjo e vou para a Terra dos Sonhos.

PARVO: Ah! Qualquer sonho? E eu posso entrar?

ANJO: Sim, qualquer sonho! E tu portaste-te bem?

PARVO: Sim, ajudei a minha mãe com os meus irmaõs.

ANJO: Ah, muito bem, e nunca mentiste a ninguém?

PARVO: Pois não! Quase sempre me portei bem!

ANJO: Pois foi! Podes entrar, esta é a tua barca!

PARVO: Ah! Obrigado Amigo! És muito porreiro.

ANJO: Entra! Entra e descansa em Paz!




segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Os Herdeiros da Lua de Joana, de Teresa Gonzalez











1- Gostei? Não Gostei? Porquê?
- Gostei do livro, porque reflecte sobre problemas da maioria dos jovens: a toxicodependência e o suicídio.

2- Com que personagens me identifico mais? E menos?
- Acho que não me identifico com nenhuma personagem.

3- O momento mais emocionante.
- Quando o pai tenta reconhecer que errou com a filha.

4- O que mudarias neste texto?
- Nada.

5- Síntese do texto (max.100 p.)

Havia uma família cuja filha morreu. O pai, a mãe e o irmão tentaram lidar com a morte de Joana, o que originou uma discussão de família. Todos entraram em depressão precisando de ajuda de um psicólogo. O pai de Joana chama dois amigos da filha para poder conhecer-la ; este tema é uma obsessão para ele. A mãe e o pai de Joana discutem a toda a hora. O pai de Joana vai á escola da filha para dar a lua de Joana, assim solucionando o maior dos problemas. Joana ia ser finalmente enterrada nos corações.

6- Prova que o livro é dramático.
O texto está dividido em actos, cenas e cenários. Os nomes antecedem as personagens antes das suas falas. Há diálogo. As personagens estão em constante conflito. Há um número pequeno de personagens em palco.




Acto: I
Cenas:4
Acto:II
Cenas: 1
Acto:III
Cenas: 2
Acto: IV
Cenas: 1
Acto: V
Cenas: 3
Acto:VI
Cenas:1

Características:

-Escrito em prosa ou em verso;
-Narrador não existe, em sua substituição temos as didascálias;
-Personagens principais, secundárias e figurantes;
-Palco com limitações físicas;
-Duração menos ou mais de 2 horas;




segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

A Aia Vista Por Mim

"Então, rapidamente, sem uma vacilação, uma dúvida, arrebatou o príncipe do seu berço de marfim, atirou-o para o pobre berço de verga e, tirando o seu filho do berço servil, entre beijos desesperados, deitou-o no berço real que cobriu com um brocado!"

Portefolio Digital LP 3